Emprego e qualidade de vida:

Segundo estudos no Reino Unido, a qualidade de vida entre os 20-60 anos de idade é a mais estável de indivíduos com epilepsia.

Ao estabilizar-se, a frequlegislacaoencia costuma ser menor no indivíduo que sofre de epilepsia e passa a conviver com outro grande obstáculo, o preconceito e o convívio social.

Os mesmos estudos também constam que pessoas com esta condição, sofrem de 2 a 3 vezes a mais que a população geral, por falta de emprego.

Outra pesquisa recente, realizada nos Países Baixos confirma mais ou menos estes achados. Nela, 48% estão empregados, 35% dos pacientes informaram receber benefícios, 59% relataram estar em dívida devido à epilepsia.

Concluindo, epilepsia é ainda mal entendida, levando ao segredo, estigmatização e risco de
penalidades sociais e legais.

Em alguns países da Europa, a epilepsia ainda não é reconhecida como uma desordem cerebral e mais de 40% das pessoas com epilepsia podem não estar sendo tratadas

por Ann Jacoby, Inglaterra e Hanneke M. de Boer

Com base em tudo que foi pesquisado e de relatos de pessoas como eu, que sofremos este estigma, não consigo nenhum argumento ou fato para que a lei seja igual para todos, ou o direito de um indivíduo termina quando começa do outro? mesmo assim,nem direitos nós temos. Jamais vamos desistir , vamos lutar até o fim! Por isso, peço que compartilhem, vamos nos engajar em causas para ajudar o próximo,vamos praticar cidadania e falar mais sobre epilepsia.

Agradeço a todos. Forte abraço,
GUSTAVO LEÃO

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