pesquisas e estudos

Dados e pesquisas

Neste artigo, segue um estudo que credencia a qualidade que costumo divulgar através da minha vivência.

Estratégia de busca:

Pesquisamos as seguintes bases de dados: the Cochrane Epilepsy Group Specialized Register (26 de março de 2015), the Cochrane Central Register of Controlled Trials (CENTRAL, The Cochrane Library, 26 de março de 2015), MEDLINE (Ovid, 1946 a 26 de março de 2015), Scopus (1823 a 9 de janeiro de 2014), ClinicalTrials.gov (26 de março de 2015), the World Health Organization (WHO) International Clinical Trials Registry Platform ICTRP (26 de março de 2015), e também os registros do the Yoga Biomedical Trust e the Research Council for Complementary Medicine. Também pesquisamos as referências de todos os estudos identificados. Não houve restrição de idiomas.

Dois estudos não cegos recrutaram um total de 50 pessoas (18 tratadas com ioga e 32 com outras intervenções). As drogas antiepiléticas foram continuadas em todos os participantes. Em ambos os estudos, a fase inicial durou três meses e a fase de tratamento durou de cinco semanas a seis meses. Em um estudo, a randomização foi através do jogo de um dado e, no outro, através de uma tabela de randomização. Porém, os estudos não apresentaram detalhes da ocultação da alocação e, portanto, foram classificados como tendo risco de viés incerto nesse aspecto. No geral, os estudos foram classificados como tendo baixo risco de viés (todos os participantes foram incluídos na análise; todos desfechos esperados e previstos foram relatados; nenhuma outra fonte de viés). O OR total com intervalo de confiança (CI) de 95% foi:

(i) ausência de convulsões por seis meses – para ioga versus sham ioga, ORs de 14,54 (95% CI 0,67 a 316,69) e, para ioga versus nenhum tratamento, 17,31 (95% CI 0,80 a 373,45); para terapia de aceitação e comprometimento (ACT) versus ioga, ORs de 1,00 (95% CI 0,16 a 6,42); (ii) redução na frequência de convulsões – a diferença de médias (MD) entre os grupos ioga e sham ioga foi -2,10 (95% CI -3,15 a -1,05) e, para ioga versus nenhum tratamento, -1,10 (95% CI -1,80 a -0,40); (iii) redução maior que 50% na frequência de convulsões – para ioga versus sham ioga, ORs de 81,00 (95% CI 4,36 a 1.504,46) e para ioga versus nenhum tratamento, 158,33 (95% CI 5,78 a 4.335,63); para Terapia de

Aceitação e Comprometimento versus yoga, ORs de 0,78 (95% Cl 0,04 a 14,75); (iv) redução maior que 50% na duração das convulsões – para yoga versus sham yoga, ORs de 45,00 (95% CI 2,01 a 1.006,75) e, para yoga versus nenhum tratamento, 53,57 (95% CI 2,42 a 1.187,26); para terapia de aceitação e comprometimento versus ioga, ORs de 0,67 (95% Cl 0,10 a 4,35). Além disso, em Panjwani 1996, os autores relataram que não houve nenhuma diferença estatística significativa entre os três grupos, na análise de variância. Um teste P-Lambda levando em conta os valores de P entre os três grupos também indicou que a duração da epilepsia nos três grupos não foi comparável. Não havia dados disponíveis em relação à qualidade de vida. No estudo Lundgren 2008 os autores relataram que, no acompanhamento de um ano, não houve diferença significativa entre os grupos ioga e terapia de aceitação e comprometimento nas taxas de indivíduos sem convulsões, nas taxas de redução de no mínimo 50% na frequência ou na duração de convulsões. O grupo ioga mostrou melhora significativa na qualidade de vida de acordo com a Escala de Satisfação com a Vida (SWLS) (P < 0.05), enquanto o grupo terapia de aceitação e comprometimento teve uma melhora significativa na escala de qualidade de vida da Organização Mundial de Saúde (WHOQOL-BREF).

1 Comment

  1. Thanks in favor of sharing such a fastidious thinking,

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